sexta-feira, 20 de junho de 2014

Kinguio , Goldfish ou Peixe Japonês

O Kinguio é originário da China e possivelmente o peixe de aquário mais antigo e mais conhecido do mundo, conhecido como Goldfish em todo mundo, nosso amigo, famoso peixinho dourado, normalmente é vendido a principiantes como peixes muito resistentes, que não tem grande necessidade de espaço no aquário, bem como cuidados com alimentação, temperatura e etc, o que é uma grande falácia, para não dizer maldade. Decoração do Aquário: Kinguios por sí mesmos já se constituem em um enfeite e tanto para qualquer aquário. Mas eles nos limitam em alguns aspectos: Costumam arrancar tudo que estiver plantado, se machucam com facilidade em todos os ornamentos pesados, e como fuçadores de fundo que são, adoram engasgar com uma ou outra pedrinha de menor tamanho. Ideal nestes casos: Areia grossa de rio e só! Sem nenhum ornamento, sem nenhuma planta.
Água:  Gostam de água com pH neutro para alcalino. Interessante misturar na água, 2 gramas de sal grosso por litro de água, pois isso ajuda a regulação osmótica (Kinguios tem uma tendência a problemas na bexiga natatória) além de ajudar na prevenção de parasitas, principalmente o vermes âncora. Trocas parciais d'água de 50% semanais, com água exatamente nos mesmos parâmetros (pH, sal e temperatura) também são bem vindas ao pleno desenvolvimento dos nossos amigos “gordinhos”.
Kinguios são peixes de água fria, porém não suportam variações grandes de temperatura. Eles vivem bem de 8°C até 28°C, mas desde que a temperatura seja constante ou não oscile muito. Alimentação: A primeira e mais importante dica é que : Kinguios sempre tem cara de famintos, sempre, não caia na tentação de super alimentar seus peixes.  Alimente bem para que eles fiquem sempre gordinhos, mas não exagere, pois eles comem até “estourar”.
Peixes compatíveis: Ideal.., nenhum! Kinguios são bobinhos, quase todos os peixes se aproveitam de sua mansidão e se não batem neles, pelo menos comem suas caudas e véus. Ideal misturar as variedades de Kinguios, só não colocando peixes de tamanhos muito diferentes, principalmente se tiver Kinguios cauda de cometa grandes.

Abaixo um vídeo bem legal de aquário de kinguios. Esperamos que tenham aprendido um pouco sobre este simpático peixinho!

video

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Dicas da semana para transformar seu pássaros em uma fera dos torneios!

Aos iniciantes ou menos experientes criadores de pássaros, quando o objetivo é apresentar seu pássaro em torneios, ideal dedicar-lhes um manejo especial, para que ele possa expressar todo o seu verdadeiro potencial, evitando, por exemplo, que sua “máquina de canto” fique tímida na roda o que pode desvalorizá-lo no mercado.
Esse preparo já deve começar com a seleção dos filhotes com maior aptidão para fibra. Juntando filhotes no voador será possível identificar os machos dominantes. Corri chiam mais que os outros de forma a intimidar os demais, demarcando territórios para si. Costumam expulsar os demais filhotes quando estão no comedouro, no bebedouro ou na banheira, dentre outros indicadores de dominância.
Mudanças de ambiente e passeios são importantes formas também para desinibi-los. Passeios em locais onde existam brejos e matas são muito importantes. Visitas a outros criadores onde possa ouvir os pássaros cantando e, preferencialmente, onde possa envolver-se em disputas de canto, são essenciais para colaboração ao seu desenvolvimento.

Quando já estiverem “mais confiantes”, inicia-se a fase de levá-los as “badernas” (disputas reunindo vários outros pássaros em treinamento). Ideal posicioná-lo inicialmente a certa distância do local onde estão reunidos os outros pássaros já em disputa de canto. Na medida em que demonstrem segurança, já cantando com desenvoltura, devem ser aproximados dos demais. Esse manejo deve prosseguir até que ele cante com desenvoltura, enfrentando em gaiolas próximas. Quando estiver reduzindo o volume de canto deve ser retirado do local.

Na próxima semana abordaremos alguns outros fatores importantes ao treinamento / iniciação de seu pássaro aos torneios, mas lembre-se sempre, que seu pássaro deve receber cuidados especiais: boa alimentação, água em abundância e limpa, complementos vitamínicos, etc; por ser um ser vivo merecedor de tais cuidados, independente de sua desenvoltura nos torneios. Semana que vem tem mais dicas! Na Loja Virtual Peixes & Pássaros você acha de tudo para seu cantor preferido. http://peixesepassaros.com.br .  

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tangará (Chiroxiphia caudata)

Seu nome significa: do (grego): Asa de sabre com cauda longa. Também denominado de tangará dançarino e dançador ( Estado de Santa Catarina, principalmente ). O nome tangará supostamente deriva do tupi ata, andar; e carã, em volta; bem provavelmente pelo seu hábito de cortejar a fêmea de maneira muito característica.
O Tangará possui cerca de 13 centímetros e apresenta forte dimorfismo sexual. Os machos têm plumagem azul-celeste, cauda preta com duas penas centrais mais longas que as outras e, no alto da cabeça, uma brilhante coroa vermelha. Os mais jovens são verde-oliva, diferindo das fêmeas pela coroa vermelha que nasce antes da mudança das plumas no restante do corpo, só atingem a plumagem adulta com dois anos de idade. As fêmeas são verde-escuras, cauda mais longa que a dos machos, as tornando ligeiramente maiores que estes. Pássaro de alimentação onívora alimenta-se de bagas e pequenos artrópodes.
Em relação à reprodução, as fêmeas demarcam o seu próprio território ao redor do ninho, onde constroem uma espécie de cesta rala, numa forquilha bem alta que esteja próximo a água, utilizando-se, curiosamente, de teias de aranha para colar o material da construção. A postura é de geralmente dois ovos sendo a incubação feita pelas fêmeas, durante 18 dias; e os filhotes abandonam o ninho após 20 dias, passando a se alimentar e defender sozinhos. O sistema de acasalamento é poligâmico, em que machos (2 a 6) se agregam em locais tradicionais para fazerem exposições cooperativas para atraírem as fêmeas.
O Tangará habita as matas densas do sul da Bahia, do sudeste e sul do Brasil, do Paraguai e nordeste da Argentina.

Entre os seus principais hábitos, está a típica dança do acasalamento, onde os machos se revelam verdadeiros acrobatas, enfileirando-se em um galho e exibindo-se ante a fêmea, um de cada vez. Depois de executarem o rito, cada um volta ao fim da fila e espera a vez de exibir-se novamente. Movimento exibido no curioso e belíssimo vídeo abaixo.




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